60 milhões podem querer mudar porque conhecem Lula. Outros 60 milhões talvez votem nele porque têm medo de Flávio.

60 milhões podem querer mudar 
porque conhecem Lula. Outros 
60 milhões talvez votem nele   
porque têm medo de Flávio.

Estamos na Eleição do Medo: De um lado, o eleitor tem medo de perder o bolsa família, o pé-de-meia e outros benefícios,  pois se espalhou que o tesouraço anunciado vai atingir verbas que sustentam esses programas sociais.

Programas sociais contribuem para a diminuição da pobreza no país — Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome

Mas tem gente com medo da inflação alta, do juro exorbitante, da falta de verba para financiar a casa própria.

Também tem eleitor temendo que o Brasil venha a ser dominado por países estrangeiros, perdendo a soberania nacional em troca do aumento da segurança e da redução de roubos e furtos em plena luz do dia. 

Será que já se foi o tempo em que eleição era esperança? 

Era esperança de dias melhores com mais educação desde o ensino fundamental até as graduações nas universidades públicas?  

Parece que já morreu a esperança de mais vagas no SUS e até na maior quantidade e melhor qualidade de médicos na periferia… 

Médicos recomendam que pacientes com sintomas gripais leves não devem procurar hospitais - Jornal O Globo

O pior é que a esperança, se ainda não morreu, está partida ao meio. 

Por isso, quem conseguir 60 milhões de votos para se eleger terá que se lembrar, durante o tempo em que governar o País que, do outro lado, outros 60 milhões continuarão com medo, quase sem esperança – já que esta é a única que não pode morrer. 

Eleições 2026: Seções eleitorais abertas no Brasil

Finalmente, quando voltaremos a viver  A Eleição da Esperança?